TEC./SONORA: Fábio Villas-Boas, secretário Estadual de Saúde
“Dentro dos domicílios, a tarefa fica sobre a responsabilidade das famílias. Não se trata de transferir responsabilidade, mas de conscientizar a população de que essa é uma tarefa que vai muito além da capacidade dos Governos.”
TEC./SONORA: Eliana Bicudo, infectologista
“A explicação é a imunidade das pessoas. Atualmente, temos pessoas muito mais suscetíveis à Chikungunya do que a gente tinha, ou seja, as pessoas passaram, a Dengue muitas pessoas já tiveram. Então, você tem um teor de imunidade naquela população. Atualmente, temos populações, por exemplo, no Distrito Federal, em que já têm os quatro sorotipos circulando aqui, então a gente já tem uma média de alguma imunidade populacional. Nós não tivemos nem Chikungunya nem Zika na nossa região. Então, o mosquito está aí, a gente sabe da transmissão, principalmente da região Nordeste, trânsito de pessoas, e nós vamos ter muito mais pessoas suscetíveis, já que nós não controlamos o mosquito ainda.”
TEC./SONORA: Eliana Teixeira, funcionária pública
“É uma doença horrível. Na minha casa, a minha mãe teve Chikungunya, que é pior do que a Dengue. Os sintomas são piores e deixa a pessoa mais debilitada.”