TEC/SONORA: Francisco Carlos Filho, funcionário público.
“Então, é um sentimento bastante gratificante a gente poder saber que através de um simples gesto, uma simples ação, está ajudando muito. Para muitas pessoas, aqueles muitos ali que a gente passa doando sague é equivalente a uma vida. Então, é um sentimento bastante gratificante, um sentimento muito bom saber que estamos ajudando uma outra pessoa por conta de um simples gesto, que é a doação de sangue. São alguns minutos que a gente doa da nossa vida, que pode valer a vida de alguém.”
TEC./SONORA: Rozeli Dantas, gerente do Hemocentro de Sergipe.
“Hoje, diante da necessidade, eu diria que todos os tipos de sangue nós estamos precisando. Antigamente, era mais o fator RH negativo, mas como aumenta a demanda, aumenta também o tipo de sangue mais fácil, que também é o mais consumido. Mas nós temos nossa convocação, que a gente sempre liga e diz que está necessitando do tipo da pessoa, então eles sempre comparecem.”