TEC/SONORA: Jorge Costa, coordenador da Brigada da Educação.
“O selo verde é quando a gente faz a vistoria na escola e não encontra qualquer mosquito ou qualquer local que possa ser potencial criadouro. O selo amarelo se a gente não encontrar nenhum foco, mas perceber que tinha um lixo fora do lugar, um copo plástico, um local que pode acumular água e um mosquito pode se proliferar, aí recebe o selo amarelo. Agora, se a gente encontrar algum foco do mosquito na escola, a gente deixa um selo vermelho”
TEC/SONORA: Sidney Sá, gerente do Núcleo de Endemias da Secretaria de Saúde de Sergipe
“Nós temos uma grande parceria com a Secretaria de Educação do Estado de Sergipe, onde a própria Secretaria estabeleceu também uma Brigada de Estudantes, onde cada escola estadual formou uma brigada de estudantes. Esses estudantes ficam responsáveis por estar observando, acompanhando e supervisionando dentro e no entorno de sua escola.”
TEC/SONORA: Jorge Costa, coordenador da Brigada da Educação.
“Os alunos formam, na realidade, um exército de multiplicadores dessas informações. Então eles chegam às suas casas, conversam com os pais, observam nas suas casas os potenciais criadouros do mosquito. Outra coisa: eles conversam com os vizinhos, com os colegas, então eles se transformam em multiplicadores de informação e fiscais da saúde em seu bairro, na escola e, também, na sua casa.”