A substância, segundo o pesquisador da Ufam, Emerson Lima, pode impedir o crescimento e reduzir o tamanho dos tumores, de acordo com os testes realizados em animais.
TEC./SONORA: Emerson Lima, pesquisador da Ufam
“O que nós fizemos um estudo em células isoladas, células humanas e também em animais de laboratórios, camundongos, onde foram introduzidos tumores nesses animais e eles foram tratados. O tumor reduziu. É como se você tivesse introduzindo um câncer no animal e faz o tratamento com a substância e monitora isso pelo tamanho da massa tumoral. Então, quando os animais foram tratados com a substância, o tamanho do tumor reduziu.”
TEC./SONORA: Vitor Ferreira pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação da UFF
“O que se deseja na realidade quando você desenvolve uma nova substância no tratamento quimioterápico do câncer, você gostaria que a substância matasse as células tumorais e preservasse as células normais. E com isso, os efeitos colaterais seriam muito menores. É essa a ideia. Isso a gente chama de índice de seletividade, que é o quanto ela é prejudicial para uma célula tumoral e quão pouco é prejudicial para uma célula normal.”
Reportagem, Marquezan Araújo