Brasil - undefined·02 de março de 2015

SAÚDE: Instituições debatem soluções para demandas

<p>O Comit&ecirc; Interinstitucional de Resolu&ccedil;&atilde;o Administrativa de Demandas da Sa&uacute;de, o Cirads, que objetiva dar solu&ccedil;&otilde;es nas demandas de sa&uacute;de com mais agilidade, realizou uma reuni&atilde;o para dar andamento no funcionamento das atividades. O Cirads foi criado para analisar casos concretos em que o cidad&atilde;o, assistido ou n&atilde;o pelo Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de, alegar n&atilde;o ter recebido o atendimento necess&aacute;rio.&nbsp;</p>

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LOC/REPÓRTER: O Comitê Interinstitucional de Resolução Administrativa de Demandas da Saúde, o Cirads, que objetiva dar soluções nas demandas de saúde com mais agilidade, realizou uma reunião para dar andamento no funcionamento das atividades. O Cirads foi criado para analisar casos concretos em que o cidadão, assistido ou não pelo Sistema Único de Saúde, alegar não ter recebido o atendimento necessário. O comitê deve identificar as causas dos problemas e encaminhar soluções, fazendo com que o paciente não precise ingressar com ações na Justiça. Para isso, está sendo montada uma câmara técnica com especialistas da área de saúde, que vão auxiliar juízes e promotores na hora de decidir um processo. Também foi debatida a criação de um canal oficial para que os membros da Justiça e das secretarias de saúde do Município e do Estado, além de representantes dos planos de saúde, possam resolver as demandas ainda na esfera administrativa. Os integrantes do Cirads vão ainda realizar um workshop para capacitar juízes, procuradores, promotores e defensores públicos sobre o tema. Somente nas quatro Varas da Fazenda da Capital, até janeiro deste ano, tramitavam cerca de 240 processos relacionados à saúde. Segundo a coordenadora do Cirads, promotora Suely Aguiar Catete, as ações que já tramitam na Justiça devem ser levadas para a conciliação, com o objetivo de uma solução mais rápida. As atividades vão contar ainda com o apoio do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos, o Nupemec.
Com informações da coordenadoria de imprensa do Tribunal de Justiça do Pará, reportagem Thamyres Nicolau
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