TEC./SONORA: Doutor Flávio Francisco Vormittag, coordenador geral de Sangue e Hemoderivados do Ministério da Saúde.
“O número de doadores que nós temos no Brasil tem atendido de forma razoável às necessidades. No entanto, pode haver situações em que haja baixa na coleta, como férias, feriados prolongados, algumas situações onde pode existir uma baixa e elevar a necessidade de aumentar as doações. De modo geral, têm sido atendidas as necessidades de transfusões. Os doadores, de um modo geral, na média do Brasil, que não varia muito de região para região, é de maioria formada por homens, cerca de 60%, e 40% do sexo feminino”.
TEC./SONORA: Maria do Carmo, dona de casa.
“A importância é saber que eu estou ajudando ao meu semelhante, né? A importância é essa. Saber que eu estou ajudando alguém a continuar a vida, a viver. É importante também para mim saber que cada vez que vou doar, estou bem de saúde, então é muito importante. A importância para mim é essa, saber que eu estou ajudando alguém. ”