TEC./SONORA: Cleidir Gomes, comerciante.
“Eu até fiquei assim, né, tanta gente precisando, pensei que nunca ia precisar, aí olha aonde eu vim cair. Quando eu sair do hospital, eu vou saber mais sobre isso aí. Aí eu vou ver, eu vou no Hemocentro pra ver como que é, como que é o sistema, porque eu nunca fui, nem sei como que é. Sempre tive vontade de doar, mas eu tinha medo porque o pessoal fala que se você não doar todo mês, você fica com coceira no corpo, outros falam que a agulha é enorme.”
TEC./SONORA: Kelly Borges, chefe do Núcleo de Captação de Doadores do Hemocentro de Brasília.
“Nós temos trabalhado também para desmistificar ainda algumas lendas que existem relacionadas à doação de sangue. Por exemplo, que a doação de sangue vicia ou que existe uma contaminação para o doador. Ou que ele vai engordar ou vai emagrecer, que o sangue vai engrossar ou afinar. Então, são lendas urbanas que existem e que a gente tenta desconstruí-las para tentar melhorar o cenário da doação.”