Saúde - undefined·09 de março de 2017

SAÚDE DA MULHER: Governo amplia planejamento da gravidez e humanização do parto

Por Agência do Rádio
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REPÓRTER: Oito de março é comemorado como Dia Internacional da Mulher. Uma data que nasceu há 100 anos como símbolo da luta de mulheres operárias por melhores condições de trabalho e desde então serve para ampliar os direitos femininos. Por isso, a data foi escolhida pelo Ministério da Saúde para lançar diretrizes inéditas para assistência ao parto normal no Brasil. O documento vai ajudar a orientar profissionais de saúde e gestantes. Além, disso, as maternidades deverão incorporar na assistência a liberdade de posição durante o parto, dieta livre (ou seja, de jejum não obrigatório), presença de doulas, acompanhante, respeito à privacidade da família e métodos de alívio da dor como massagens e imersão em água. O documento apresenta diversas informações, em sua maioria apresentadas por mulheres, como afirmou o ministro da Saúde, Ricardo Barros.

SONORA: ministro da saúde, Ricardo Barros.

“As boas práticas desde o acolhimento até a gestante, foram recebidas 396 contribuições, 84% feitas por mulheres, que resultaram neste protocolo do parto normal que estamos divulgando hoje. Por tanto, é um resultado de um trabalho de muitas cabeças, de muita participação, que nós hoje publicamos como um avanço para as mulheres”.

REPÓRTER: Outra medida anunciada nesta quarta-feira (08) é a tentativa do Ministério da Saúde em garantir os direitos sexuais e reprodutivos das mulheres com a ampliação do acesso ao dispositivo intrauterino de cobre, mais conhecido como DIU, em todas as maternidades do país, após o parto e pós-abortamento. É o que explica o ministro Ricardo Barros.

SONORA: ministro da saúde, Ricardo Barros.

“Estamos hoje, autorizando mais acesso ao DIU, o sistema contraceptivo durável, seguro, e que será implantado no mesmo procedimento do parto ou de um atendimento que for feita às mulheres nas nossas unidades de saúde, de modo que possamos dar mais confiança, mais tranquilidade às mulheres que decidirem por este procedimento”.

REPÓRTER: As maternidades têm até 180 dias para se adaptarem às novas medidas. Para mais informações acesse o site www.saude.gov.br.

Reportagem, Janary Damacena.

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