TEC./SONORA: Doutor Flávio Francisco Vormittag, coordenador geral de Sangue e Hemoderivados do Ministério da Saúde.
“Quando nos falamos que estamos razoavelmente bem atendidos, estamos falando sobre esses 1,8%. Ou seja, o ideal seria chegar aos 3% da população. Ou seja, há um espaço bem grande que devemos conseguir preencher para termos uma situação de bastante tranquilidade. ”
LOC.: Dentro de cada estado existe uma rede autônoma para controlar o fluxo das bolsas de sangue nos municípios. Existe uma preocupação do Hemocentro Coordenador para que nenhuma cidade fique sem sangue. O de Colatina, no Espírito Santo, por exemplo, atende a 15 municípios que não têm unidades para coletar o sangue da população. Quem explica como funciona essa rede de distribuição é o diretor do Hemocentro Regional de Colatina, José Carlos Tosato.
TEC./SONORA: José Carlos Tosato, diretor do Hemocentro Regional de Colatina.
“O Hemocentro de Colatina atende toda a região noroeste do Estado do Espirito Santo e o excedente, invariavelmente, vai para o Hemocentro Coordenador, que apresenta uma demanda transfusional muito superior do que a do interior e eventualmente esse sangue que está em excesso vai ser utilizado nos hospitais da grande Vitória.”