TEC/SONORA: Alessandro Giangola, biólogo do Centro de Controle de Zoonose do município de São Paulo.
“Por incrível que pareça, as pessoas ainda têm dificuldades para entender que qualquer recipiente que acumule água limpa e parada, seja da chuva ou qualquer outro meio, pode ser um criadouro do mosquito. Então falta engajamento da população na eliminação dos criadouros dentro de suas residências. Não é necessário aguardar que o agente de saúde vá até a casa dela para a eliminação desses criadouros. O importante é que a população faça isso toda semana.”
TEC/SONORA: Luciana Lima, agente de endemias.
““Então, agir antes é melhor do que esperar a coisa acontecer. Um parente que está doente para falar, “Aí meu Deus, a caixa d’água que eu deixei aberta”, “Aí, aquela garrafa que eu descartei incorretamente”. Então vamos agir antes. A promoção à saúde é a melhor prevenção.”