Saúde - undefined·28 de dezembro de 2017

SÃO JOSÉ DO EGITO (PE): Moradora chama vizinhança para combater a Dengue

<p><span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; text-align: justify;">Caro amigo comunicador, preparamos um conte&uacute;doa ser divulgado especialmente em S&atilde;o Jos&eacute; do Egito e regi&atilde;o, lembrando os moradores sobre a import&acirc;ncia de se combater o mosquito da Dengue. Na reportagem, a coordenadora de Vigil&acirc;ncia do munic&iacute;pio, Naldirene Felix, orienta a popula&ccedil;&atilde;o sobre a necessidade da campanha contra a doen&ccedil;a e, para uma maior sensibiliza&ccedil;&atilde;o dos moradores, temos o depoimento da servidora Samiramys Almeida, moradora da cidade que j&aacute; contraiu a doen&ccedil;a transmitida pelo Aedes. Esperamos que voc&ecirc; que aproveite esse material e nos ajude a lutar contra o mosquito. Abra&ccedil;os!</span></p><p class="MsoNormal" style="text-align:justify"><span style="font-size:12.0pt;&#10;line-height:115%;font-family:&quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;"><o:p></o:p></span></p><p>&nbsp;</p>

Por Agência do Rádio
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Os moradores da região do Pajeú devem ficar em alerta. De acordo com o Mapa da Dengue, já faz quatro anos que São José do Egito está na zona de risco. Em 2016, a cidade viveu um surto. Foram identificados aproximadamente 2.500 casos das doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. Em 2017, devido a alguns fatores climáticos, o número de casos de Dengue caiu para apenas 35 suspeitos. Mesmo assim, a coordenadora de Vigilância e Saúde do município, Naldirene Félix, esclarece que a população não pode relaxar e que o combate continua. Ela explica que os moradores devem ficar atentos para não deixar criadouros surgirem em suas residências.

“Aqui, na nossa região, é uma região escassa de água. A gente depende da transposição do Rio São Francisco, porque a gente mora no semiárido e a gente passa, muitas vezes, por um período de alguns dias sem que chegue água na torneira, a água que a Compesa libera. Então, a gente tem um racionamento de água um tanto prolongado e as pessoas acabam por reservar essa água em todo tipo de reservatório, seja ela cisterna, caixas d’agua, tambores, baldes. É por isso que a gente enfrenta exatamente esse problema, onde os focos são concentrados em reservatórios de água.”

A servidora pública Samiramys Almeida, de 30 anos, é moradora de São José do Egito e conta que, no período do surto da epidemia na cidade, muitos moradores de seu bairro, Novo Horizonte, contraíram Dengue. Ela diz ainda que todo mundo de sua casa também foi infectado pela doença. Hoje, ela pede a colaboração da comunidade para evitar a proliferação do mosquito.

“Na minha casa tinha uma caixa d’água que era descoberta, aí a gente colocou a cobertura. Mas os vizinhos tinham muitos terrenos com tampinha de garrafa, pneu. Tinham muitas casas que tinham muitos depósitos. Se a gente faz a nossa ação, mas o vizinho não faz, ai vai acabar todo mundo da rua, do bairro e do município ficando doente, né?”

Está vendo só? É muito importante a participação de todos para conseguir combater a Dengue. Faça sua parte! Lembre-se de que um mosquito pode prejudicar uma vida. E o combate começa por você. Para mais informações, acesse: saude.gov.br/combateaedes.

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