TEC./SONORA: Sidney Sá, gerente do Núcleo de Endemias estadual
“Erradicar eu acho meio difícil nessa época, mas controlar a gente consegue, basta querer. É preciso que a gente queira controlar esse danado, é importante isso. E de que forma entra a parceria e de que forma os municípios colaboram com o trabalho da brigada? Eles colaboram no sentido de nos ofertar um ponto de apoio para que esses agentes possam estar colocando seu material, no dia ou nos dias em que os agentes estão trabalhando. Eles ofertam muitas vezes alimentação para esses agentes.”
TEC./SONORA: Fabiana de Abreu, 35 anos, agente comunitária de saúde
“Bastante febre, prostração, falta de apetite, muitas dores, coceira e manchas. A gente fica impossibilitada até de levantar da cama, eu fiquei dois dias pelas mãos dos meus parentes. Eu não conseguia nem vestir a roupa, não conseguia me alimentar, foi horrível. Até hoje eu sinto dores do lado direito, da perna. Tem dias que eu levanto que não consigo nem colocar o pé no chão”.