TEC/SONORA: Andréia Zagminani, enfermeira e coordenadora do Programa de Tuberculose de São Bernardo do Campo.
“Eu oriento sobre a doença, sobre o tratamento, o que pode ser feito e o que não pode. Tentar quebrar alguns estigmas, como ter que separar utensílios pessoais, que não pode pegar na mão, que não pode abraçar, nem beijar. E com essa informação eu peço para que eles também sejam multiplicadores. E aí nós fazemos um segundo encontro, onde nós certificamos esses pacientes e acompanhantes como multiplicadores de orientação.”
TEC/SONORA: Marcos Ferreira, trabalhador do serviço de limpeza de São Bernardo.
“Eu não deixei de tomar os medicamentos. Nunca perdi um dia de trabalho e a preocupação é sempre a família, ajudando, e deu tudo certo. Pra tudo tem solução, somente basta a gente querer, almejar um melhor para si, né?”