Educação - undefined·31 de agosto de 2018

SANTA CATARINA: Formação em educação profissional ajuda na disputa por vaga na indústria

<p>Estado possui 750 mil trabalhadores distribu&iacute;dos no setor</p>

Por Agência do Rádio
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Os setores de construção, alimentos, serviços industriais de utilidade pública, vestuários e de máquinas e materiais elétricos são os que possuem maior participação no PIB industrial de Santa Catarina. Juntos, esses segmentos representam 54,4% da indústria do estado. Os dados são da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

O diretor do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de Santa Catarina (SENAI-SC), Jefferson de Oliveira, explica que o cenário no estado é um pouco diferente, já que mais da metade dos profissionais tem, em média, 45 anos e precisam de atualizações curriculares.

“A formação das pessoas deve ser bem transversal no quesito tecnológico, ou seja, as pessoas têm que ter permanente reformação, porque o avanço tecnológico dessa indústria é muito elevado.”

Com isso, surge a necessidade de cursos que sejam mais conectados com o mercado de trabalho. Christopher Hakenhaar, 38 anos, é funcionário em uma indústria de materiais sanitários, o catarinense cursa, no SENAI, uma pós-graduação em indústria avançada. Aos 15, Cristopher fez um curso técnico em eletrônica. Na faculdade, cursou engenharia elétrica. Para ele, os cursos foram um ‘divisor de águas’.

“Sem o curso técnico eu não estaria aqui. Ele me deu a base teórica e a prática sobre projetos de eletrônica e hoje eu tenho um bom salário e uma boa posição na empresa.”

A CNI encaminhou para os presidenciáveis uma série de propostas que buscam melhorar o nível da educação, buscando maior competitividade entre os profissionais. As propostas passam pelas revisões como a da estrutura curricular e a da política de formação de professores, valorizando o magistério e a carreira do profissional.

Com a colaboração de Aline Dias, reportagem, Sara Rodrigues
 

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