Saúde - undefined·25 de fevereiro de 2016

SANTA CATARINA: Combate ao Aedes vai visitar 300 mil residências em 28 municípios, no estado

<p><i style="line-height: 14.4pt; text-align: justify;"><span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;font-family:&quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;mso-fareast-font-family:&quot;Times New Roman&quot;; color:#222222;mso-fareast-language:PT-BR">Mil agentes de endemias est&atilde;o mobilizados para conscientizar popula&ccedil;&atilde;o sobre os riscos do mosquito</span></i></p><p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.4pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;" class="MsoNormal"><span style="font-size:9.0pt;mso-bidi-font-size:9.5pt;font-family:&quot;Tahoma&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-fareast-font-family:&quot;Times New Roman&quot;;color:#222222;mso-fareast-language: PT-BR"><o:p></o:p></span></p><p>&nbsp;</p>

Por Agência do Rádio
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REPÓRTER: Santa Catarina está em guerra contra o Aedes Aegypti, mosquito transmissor da dengue, chikungunya e do vírus zika. São cerca de mil agentes comunitários de endemias e quatro mil agentes comunitários de saúde que, junto aos soldados das Forças Armadas, Bombeiros e Defesa Civil, já estão nas ruas das 28 cidades que tem maior risco de infestação, para conscientizar a população sobre a necessidade de combater, identificar e destruir os criadouros do Aedes. A meta desses profissionais é vistoriar as mais de 300 mil residências nas cidades de Santa Catarina. A empresária Elizete Linke, mora no bairro Pioneiro, em Pinhalzinho, cidade líder do ranking de infestação do Aedes, no estado. Ela conta que teve a visita dos agentes de endemia em casa e acredita que a ação é capaz de controlar a população do mosquito.

SONORA: Elizete, Dona de Farmácia

“Porque só assim a gente vai conseguir erradicar. Então a gente não vai dar conta, cada vez mais a situação vai piorar, os casos vão aumentar. Então eu acho que a gente precisa abrir as portas para as pessoas ajudarem a gente. Porque, às vezes, a gente olha, mas não vê onde que está o problema. De repente, na minha casa, eu possa estar olhando, todo dia alguma coisa, e não possa estar enxergando realmente aquilo que possa estar criando o mosquito.”

REPÓRTER: Além de Pinhalzinho, Itajaí e Chapecó estão entre as localidades com grande infestação do Aedes Aegypti, em Santa Catarina. A informação é da Secretaria Estadual de Saúde. Marcos Roberto Imai é dono de uma floricultura no bairro Fazenda, em Itajaí, e também teve a visita dos agentes de combate ao Aedes. O empresário pede para que os vizinhos e toda população do estado entrem na guerra contra o mosquito transmissor da dengue, chikungunya e do vírus zika.

SONORA: Marcos Roberto Imai, dono de floricultura

“Eu queria pedir à população que abrisse suas portas para os agentes de saúde, para fazer essa verificação, porque está bem crítica a situação do mosquito. E cada um abrindo suas portas, a gente diminuindo os focos, a gente vai acabar com eles.”

REPÓRTER:  Em Santa Catarina, os agentes comunitários de endemias já visitaram aproximadamente 200 mil residências nas 28 cidades com alto risco de infestação do mosquito. Parao Diretor de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde, Eduardo Macário, a participação da população na luta contra o mosquito é fundamental.

SONORA: Eduardo Macário, Diretor de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina

“Aqui, em Santa Catarina, é fundamental que a população participe de forma ativa nas ações de combate ao Aedes aegypti. Principalmente, fazendo o procedimento de limpeza dos seus quintais e entorno das residências. E também principalmente possibilitando que o agente de controle de endemia faça seu trabalho dentro do quintal.”

REPÓRTER: A recomendação do Ministério da Saúde é que, cada família, reserve 15 minutos por semana para combater o mosquito Aedes. A principal forma de se proteger do zika e microcefalia, da dengue e chikungunya é impedir que o mosquito nasça.  O Ministro da Saúde, Marcelo Castro, chama a atenção para a necessidade de uma rotina de combate ao mosquito.

SONORA: Marcelo Castro, Ministro da Saúde

“O que a gente precisa ter a compreensão é a de que é um trabalho que é duradouro, que nós não vamos eliminar o mosquito de uma hora para outra e que é preciso ser uma ação continuada, rotineira, sistemática.”

REPÓRTER: De acordo com o Ministério da Saúde, 70 por cento da população do Aedes Aegypti nasce dentro de casa. Por isso, a participação da população é fundamental. Saiba mais na internet, no endereço combateaedes.saude.gov.br

Reportagem, Bruna Goularte

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