Santa Catarina teve um aumento, nos últimos dois anos, de mais de mil casos de Tuberculose, o que resultou em um aumento de quase 100 pacientes em dez anos. Parece pouco, mas atenção tem de ser grande para diminuir a doença. Se lembrarmos de 2016, por exemplo, 86% dos catarinenses que tiveram Tuberculose realizaram o exame para o vírus HIV. Destes, 16% dos pacientes foram diagnosticados com a doença. O pneumologista da Secretaria de Saúde do Estado, Gilberto Sandin, indica as regiões com maior concentração de casos da doença.
“Tem alguns polos de maior problema. Então, a gente vai ter a grande Florianópolis, Joinville, Itajaí, principalmente pela contaminação pelo HIV, que a gente tem visto aumentar bastante nos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina em relação à média do país, e lá pro sul do estado, em Criciúma, um dos polos de maior acometimento da doença.”
A pneumologista da Secretaria de Saúde do município de São José, Maria Letícia Birro, reforça o argumento de que a doença tem cura e dá um exemplo da região onde trabalha.
“Lá no município de São José eu sigo todo o tratamento. No nosso município, a gente tem mais de 70% de cura, sim. E eu atribuo ao trabalho que a gente faz lá, porque lá ainda é centralizado.”
Os motivos para se tratar são vários. O tratamento pode demorar, mas a sua vontade de se curar, não. Se você tem os principais sintomas, tosse por mais de duas, perda de apetite, febre no final da tarde, procure uma unidade de saúde mais próxima de sua casa e faça os exames. O tratamento é gratuito. Melhor prevenir. Ajude a deixar essa história de Tuberculose no passado. Tuberculose tem cura. Todos juntos contra a Tuberculose. Mais informações sobre o combate à doença podem ser encontradas no site: saude.gov.br.
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