TEC./SONORA: Eduardo Ribeiro, 28 anos, gerente de transportes.
“Muitas vezes, as pessoas se disponibilizam em fazer esse tipo de doação num caso de emergência quando alguém da família ou alguém próximo está precisando. Foi o que aconteceu no caso da minha mãe e da minha irmã. Tinham certo receio de fazer a doação por medo bobo, porque sempre tem aquele comentário é ruim, dói, enfim. Viram que realmente não é isso. Então, a partir de agora vão ser doadoras ativas. Um pouquinho, cada um fazendo a sua parte, a gente vai ajudar um grande número de pessoas. ”
TEC./SONORA: Flávio Francisco Vormittag, coordenador geral de Sangue e Hemoderivados do Ministério da Saúde.
“Nós ouvimos muitas vezes que a doação pode afinar o sangue, ou engrossar o sangue. Isso são mitos. Nada disso acontece. Doar sangue não afina nem engrossa o sangue. Não vicia. Não engorda, não emagrece, não acontece nada. A pessoa simplesmente vai, doa o sangue em um ato de generosidade e, rapidamente, o seu organismo se encarrega de repor esse sangue, produzindo mais sangue.”