Foto: Erasmo Salomão/MS
Foto: Erasmo Salomão/MS

SALVADOR (BA): Mais de 121 mil crianças devem vacinar contra a paralisia infantil na cidade

Pais e responsáveis da cidade de Salvador, aproveitem a mobilização nas unidades de saúde do SUS para atualizar a caderneta de vacinas de seus filhos e protegê-los de doenças graves


As unidades de saúde do SUS de todo o País já aplicaram mais de 3,6 milhões de doses da vacina contra a paralisia infantil, desde o começo da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação, iniciada no último dia 8 de agosto. Em Salvador, são mais de 13 mil doses aplicadas. O dado preliminar é do painel montado pelo Ministério da Saúde, com base nas notificações feitas em tempo real por estados e municípios. O público-alvo é de cerca de 121 mil bebês e crianças menores de cinco anos. 

O Raphael mora na cidade e tem um filho de 5 anos. Para ele, a vacinação é a melhor maneira de proteger as crianças contra as doenças imunopreveníveis. “Seja para proteger o sistema imunológico [das crianças], seja para reforçar a proteção coletiva, para impedir que as doenças voltem. Vamos acreditar na ciência, confiar nos profissionais que se dedicam anos e anos nesses estudos, para que a gente consiga aumentar o número de pessoas vacinadas e proteger a população.”

O objetivo da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, é vacinar 95% da população menor de cinco anos de idade. Além de reduzir o número de crianças e adolescentes menores de 15 anos que estão com vacinas atrasadas, com a Campanha da Multivacinação.

Para esta faixa etária, o público-alvo na capital é de 121 mil pessoas, de acordo com a prefeitura. A infectologista Joana D’arc alerta: o Brasil apresenta redução nas coberturas vacinais, o que pode ser um risco para a população . “Essa campanha é importante porque a gente tem tido uma redução muito grande do número de pessoas vacinadas no Brasil e isso faz com que a gente tenha risco de reintrodução de doenças, podendo ter surtos e epidemias de doenças já controladas. Vacinar é um gesto de amor porque a gente tem a certeza de que nossos filhos vão estar protegidos.”

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A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação vai até o dia 30 de setembro nas unidades básicas. Para as crianças e adolescentes estão disponíveis as vacinas BCG; hepatite A, hepatite B; penta; pneumocócica 10-valente; pneumocócica 23-valente; poliomielite inativada (VIP) e poliomielite oral (VOP); rotavírus humano; meningocócica C (conjugada), meningocócica ACWY (conjugada); febre amarela; tríplice viral; tetraviral; tríplice bacteriana (DTP); dupla adulto (dT); varicela e HPV quadrivalente. 

Em Salvador, a mobilização acontece nas 156 salas de vacinas instaladas nos postos de saúde da rede básica, de segunda a sexta-feira, das oito da manhã às cinco da tarde.

A atualização da caderneta vacinal aumenta a proteção das crianças e adolescentes contra as doenças imunopreveníveis, evitando a ocorrência de surtos, hospitalizações e óbitos. Todos os imunizantes são seguros e estão registrados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa.

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LOC.: As unidades de saúde do SUS de todo o País já aplicaram mais de 3,6 milhões de doses da vacina contra a paralisia infantil, desde o começo da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação, iniciada no último dia 8 de agosto.

Em Salvador, são mais de 13 mil doses aplicadas. O dado preliminar é do painel montado pelo Ministério da Saúde, com base nas notificações feitas em tempo real por estados e municípios.

O público-alvo é de cerca de 121 mil bebês e crianças menores de cinco anos. 

O Raphael mora na cidade e tem um filho de 5 anos. Para ele, a vacinação é a melhor maneira de proteger as crianças contra as doenças imunopreveníveis.
 

TEC./SONORA: Raphael, pai
 “A melhor maneira de proteger nossos filhos é de fato vacinando, seja para proteger o sistema imunológico [das crianças], seja para reforçar a proteção coletiva, para impedir que as doenças voltem. Vamos acreditar na ciência, confiar nos profissionais que se dedicam anos e anos nesses estudos, para que a gente consiga aumentar o número de pessoas vacinadas e proteger a população.”
 

LOC.: O objetivo da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, é vacinar 95% da população menor de cinco anos de idade. Além de reduzir o número de crianças e adolescentes menores de 15 anos que estão com vacinas atrasadas, com a Campanha da Multivacinação.
Para esta faixa etária, o público-alvo na capital é de 121 mil pessoas, de acordo com a prefeitura.
A infectologista Joana D’arc alerta: o Brasil apresenta redução nas coberturas vacinais, o que pode ser um risco para a população .
 

TEC./SONORA: Dra. Joana D’arc, infectologista
“Essa campanha é importante porque a gente tem tido uma redução muito grande do número de pessoas vacinadas no Brasil e isso faz com que a gente tenha risco de reintrodução de doenças, podendo ter surtos e epidemias de doenças já controladas. Vacinar é um gesto de amor porque a gente tem a certeza de que nossos filhos vão estar protegidos.”
 

LOC.: A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação vai até o dia 30 de setembro nas unidades básicas. Para as crianças e adolescentes estão disponíveis as vacinas BCG; hepatite A, hepatite B; penta; pneumocócica 10-valente; pneumocócica 23-valente; poliomielite inativada (VIP) e poliomielite oral (VOP); rotavírus humano; meningocócica C (conjugada), meningocócica ACWY (conjugada); febre amarela; tríplice viral; tetraviral; tríplice bacteriana (DTP); dupla adulto (dT); varicela e HPV quadrivalente. 

Em Salvador, a mobilização acontece nas 156 salas de vacinas instaladas nos postos de saúde da rede básica, de segunda a sexta-feira, das oito da manhã às cinco da tarde.

A atualização da caderneta vacinal aumenta a proteção das crianças e adolescentes contra as doenças imunopreveníveis, evitando a ocorrência de surtos, hospitalizações e óbitos. Todos os imunizantes são seguros e estão registrados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa.

Reportagem, Larissa Lago