Brasil - undefined·28 de maio de 2020

RS: Presidente da FIERGS defende retomada das atividades industriais para “sobrevivência das empresas”

Para Gilberto Porcello Petry, país só vai reaquecer economia se aplicar medidas de ajuste fiscal e aprovar reformas estruturais

Por
Ouvir · 00:02:00

Imagem não disponível

A imagem principal desta matéria não foi encontrada.

KIT DE REPUBLICAÇÃO
Ver kit completo
Nos siga noGoogle News
Seguir
Esta matéria é de livre reproduçãoVer licença
JORNAL DIGITAL PARA COMUNICADORES

O conteúdo que vai ao ar começa aqui.

Áudios, textos e roteiros produzidos todos os dias para rádios e mídias online regionais. Gratuito. Pronto para usar. Em todos os 27 estados. São 25 anos ao lado de quem comunica o Brasil.

O Brasil precisa retomar a economia da indústria tão logo a crise causada pelo novo coronavírus seja superada. A opinião é do presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Gilberto Porcello Petry. Entre as medidas que ele sugere para reaquecer o setor, estão a continuidade do ajuste fiscal da União, estados e municípios e a aprovação de reformas estruturais.

“Será uma tarefa gigantesca, mas com união e bom senso de autoridades, governantes e políticos, vamos superar esse problema rumo a uma indústria cada vez mais preparada para o futuro. Sempre lembrando que a sobrevivência das nossas empresas depende das medidas que adotamos hoje”, defende Petry.

O presidente da FIERGS avalia que, no Rio Grande do Sul, o segmento industrial tem capacidade de contribuir para superar esse momento de crise. Instituições como o Serviço Social da Indústria (SESI) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) são, segundo ele, fundamentais nesse processo de recuperação, já que capacitam profissionais para o pós-crise e se mostram eficientes no combate à pandemia.

“Nesse esforço coletivo, somamos o trabalho do SESI, do SENAI e do IEL do Rio Grande do Sul, que fazem parte do sistema FIERGS. Também estamos juntos com os sindicatos industriais e associações, centros e câmaras de indústrias que atuam em todas as regiões gaúchas”, ressalta o presidente.

Segundo informações da FIERGS, mais de 90% do setor industrial no Rio Grande do Sul foi afetado com a paralisação na produção ou queda na demanda por causa da crise. A cadeia de fornecimento do setor sofreu alto impacto da produção física. Houve queda de 20% em março, na comparação com fevereiro. Nos indicadores da entidade, o recuo do faturamento das indústrias do estado chegou a 7,3% no período. 

Áudio
0:00 / 0:00
Áudio
0:00 / 0:00
TAGSBrasil

Autor não encontrado

As informações do autor desta matéria não estão disponíveis.

t-page