TEC./SONORA: Alexandre Chieppe, Subsecretário de Vigilância em Saúde do estado.
“Porque o risco que a gente vê hoje da febre amarela no Brasil é a silvestre. A febre amarela transmitida aqui no Rio de Janeiro teria como vetor o Haemagogos, que é um mosquito de característica silvestre. Então, não tem porquê vacinar os centros urbanos dessas cidades maiores, considerando que não há risco de transmissão nessa localidade por conta da ausência do vetor de transmissão da doença.”
TEC./SONORA: Alexandre Chieppe, Subsecretário de Vigilância em Saúde do estado.
“A vacinação é indicada, portanto, aqui no Rio de Janeiro, para quem mora nessa faixa de fronteira, nessas localidades específicas, em alguns municípios como Campos, Itaperuna, Resende, Valença, algumas localidades rurais específicas mais próximas à fronteira, e pessoas que vão viajar para áreas fora do estado, de risco, como Goiás, Minas Gerais, para as áreas rurais em que há circulação do vírus, em São Paulo, por exemplo. Não há indicação de vacinação para pessoas que residam em áreas urbanas, no Rio de Janeiro, ou áreas fora dessa zona vacinal que está sendo montada no estado.”
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