TEC./SONORA: Ricardo Barros, Ministro da Saúde
“A previsão é de estabilidade em casos de Dengue, estabilidade em casos de Zika e aumento de casos de Chikungunya. Nós estamos fazendo todo o esforço para combater o mosquito, porque o mosquito é o nosso problema nos três casos... Então, a ideia é ampliar o combate ao mosquito, para que a gente possa tratar com mais agilidade e identificar qual é o vírus que a pessoa tem, e tratar de forma mais específica estes doentes. Então, acredito que este ano temos mais tecnologia para combater esta epidemia”.
TEC./SONORA: Adriana Marcondes, professora, 54 anos
“É uma doença muito debilitante, que dá uma fadiga intensa. A gente se sente muito debilitada mesmo e causa dores articulares e musculares muito intensas, que nos levam a ficar meio curvados e sem conseguir nem andar direito e sem conseguir fazer nenhum tipo de tarefa”.
TEC./SONORA: Alexandre Chieppe, Subsecretário de Vigilância em Saúde
“Nós estamos agora em um período de alerta por conta da possibilidade de uma circulação mais intensa do vírus Chikungunya no ano agora de 2017. Este recurso, destinado especificamente para as ações de controle do Aedes, ele certamente vai aliviar as secretarias municipais de Saúde, tanto para a realização dos Levantamentos do Índice de Infestação do mosquito, que é um estudo que tem que ser feito regularmente para direcionar as ações de controle, como para intensificar as ações de visitas domiciliares, muito importantes nesta época do ano”.