O Rio de Janeiro já registrou, até agora, treze mil e cinquenta e sete casos de Chikungunya, de acordo com a Secretaria Estadual de Saúde. A doença é transmitida pelo mesmo mosquito que transmite a Dengue e o Zika.
O mês de fevereiro deste ano foi o período mais complicado de contaminação da doença em todo o Brasil, seguido pelo mês de março. De acordo com o Ministério da Saúde, em fevereiro foram mais de dezessete mil registros de pessoas contaminadas. Em março foram cerca de dezesseis mil casos no país.
Com o fim das chuvas, a proliferação dos mosquitos transmissores da doença diminuiu nos últimos meses. Agora, com a chegada do verão e a retomada da temporada de chuvas, os criadouros em água parada espalhados em milhares de terrenos baldios, garrafas velhas, copos plásticos, entulhos, lajes, pneus velhos e até atrás de geladeiras podem favorecer a infestação do mosquito transmissor em todo o estado.
Em comparação com os registros do ano passado, o número de treze mil casos de Chikungunya registrados no Rio de Janeiro até agora comprova a previsão do Ministério da Saúde de que, depois de anos de infestação da Dengue e das resistências à doença desenvolvidas pela população, o ano de 2017 poderá colocar em evidência uma grande infestação da Chikungunya.
Não espere para ver acontecer o pior. Seja um combatente do mosquito transmissor. Elimine tudo o que possa juntar água parada para que o mosquito não consiga se reproduzir. Saiba mais em saúde.gov.br/combateaedes.
Reportagem,, Max Gonçalves