Saúde - undefined·30 de abril de 2016

RIO DE JANEIRO: Boletim registra mais de 2 milhão e 600 imóveis visitados na terceira fase de combate ao Aedes

<div>Do total de im&oacute;veis visitados no Rio de Janeiro, mais de dois milh&otilde;es 100 im&oacute;veis foram vistoriados e 472 mil im&oacute;veis n&atilde;o receberam a visita dos agentes, porque estavam fechados ou por recusa da entrada dos agentes.</div><div>&nbsp;</div>

Por Agência do Rádio
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REPÓRTER: As ações de combate ao Aedes aegypti continuam sendo intensificadas nos estados brasileiros. De acordo com o último boletim do Ministério da Saúde, mais de dois milhões e 600 imóveis já foram visitados no Rio de Janeiro. No terceiro ciclo do combate ao mosquito, mais de quatro mil e 600 municípios brasileiros já registraram as visitas dos agentes de saúde ao Sistema Informatizado de Monitoramento da Presidência da República. A visita domiciliar é uma das ações de combate ao Aedes desenvolvida no estado. Para evitar que o mosquito transmita a dengue, a febre chikungynya e o vírus Zika, a população também pode ajudar, como reforça o subsecretário de Vigilância em Saúde do Rio de Janeiro, Alexandre Chieppe.
SONORA: subsecretário de Vigilância em Saúde do Rio de Janeiro, Alexandre Chieppe
“Esse desafio só tem a possibilidade de a gente vencer e ter sucesso nele, se a gente conseguir agregar o trabalho do Governo, com o trabalho intenso de cada cidadão, da sociedade toda, no controle dos focos. A atuação dos agentes de endemias é importantíssima e a entrada deles deve ser uma prioridade por parte dos moradores. Somente com a atuação de cada um de nós, a gente vai conseguir vencer essa luta.”
REPÓRTER: Do total de imóveis visitados no Rio de Janeiro, mais de dois milhões e 100mil  imóveis foram vistoriados e 472 mil imóveis não receberam a visita dos agentes, porque estavam fechados ou por recusa da entrada dos agentes. É fundamental a participação de toda a população para eliminar o Aedes e evitar que mais pessoas contraiam a dengue, a febre chikungunya e o vírus Zika, como explica o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Antonio Carlos Nardi.
SONORA: secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Antonio Carlos Nardi
“O mosquito Aedes aegypti tem uma capacidade muito rápida de proliferação e consegue colocar os seus ovos em qualquer lugar com pequenas quantidades de água. Os ovos têm duração de até 450 dias, por isso elimine totalmente da sua casa, do ambiente de trabalho, do ambiente de convívio social, todo e qualquer recipiente que possa, no futuro, juntar água parada. Vistorie a sua casa e fique atento à todos os lugares que podem se tornar criadouros do mosquito. Envolva também seus colegas em ações de combate ao mosquito, para que não deixemos ele nascer. Sobretudo, porque o Aedes é mais ativo durante o dia, período em que a maioria das pessoas está no seu trabalho.
REPÓRTER: No país, mais de 315 mil agentes de saúde e de endemias, militares das Forças Armadas e membros da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros estão trabalhando para combater o Aedes aegypti em todos os estados do país. Saiba mais no site do Ministério da Saúde, no endereço: combateaedes.saude.gov.br
Reportagem, Karina Chagas
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