Em relação a 2016, Rio Branco apresentou redução no número de casos registrados de Dengue, Zika e Chikungunya. A diretora da Vigilância Epidemiológica do município, Socorro Martins, conta que os casos suspeitos de Dengue reduziram 66%, com 275 confirmados. Zika reduziu 73%, com oito casos confirmados em 2017. O número de notificações de Chikungunya reduziu 49%, com 26 casos confirmados.
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A diretora afirma que o início do período chuvoso na região é sinal de alerta para intensificar os cuidados com possíveis criadouros: “A população deve ficar atenta ao que pode acumular água que tem no quintal, principalmente. Porque o nosso maior índice de infestação são esses recipientes que acumulam água. Caixas d’água, os tonéis, baldes. Então, esses locais devem estar bem fechados. Nós chegamos à população para contribuir nessa parte de estar mesmo avaliando, olhando o seu quintal, verificando se tem algum recipiente que possa estar acumulando água e que possa estar desenvolvendo o Aedes aegypti.”
Em 2008, a funcionária pública Eliana da Silva Pereira, de 38 anos, foi acometida pela Dengue. Casada e mãe de um filho, a moradora do Conjunto Nova Esperança conta que, no segundo dia, com a persistência dos sintomas, procurou a unidade básica de saúde para fazer o diagnóstico. O tratamento recomendado foi o afastamento do trabalho por cinco dias, repouso e muita hidratação. Ela relata o que sentiu no início da doença: “O sintoma, ele veio de forma súbita. Já comecei a sentir muita dor no corpo e, em seguida, febre. Uma febre alta, acima de 40º, com muita dor de cabeça e muita dor no corpo também. Quando tava nos primeiros dias, eu não conseguia realizar nenhuma atividade, por mais simples que fosse. Impossibilitada totalmente de fazer alguma coisa. Os sintomas eram muito intensos.”

Com medidas simples, você pode evitar que o mosquito se prolifere. Fiscalize acúmulos de água em pneus, garrafas, vasos de plantas, caixas d’água e baldes. Faça a sua parte e lembre-se de que um mosquito pode prejudicar uma vida e o combate começa por você. Para mais informações, acesse: saude.gov.br/combateaedes.
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