Enquanto os partidos de centro-direita perderam força no Parlamento Europeu, o continente assiste à ascensão dos partidos liberais e de extrema-direita chamados ‘eurocéticos’, e que acreditam em um estado crítico na Europa. Isso é resultado das eleições que começaram na última quinta (23) e apresentaram a parcial neste domingo (26).
Quase 51% dos eleitores dos 28 países da União Europeia participaram da votação. O número é mais alto dos últimos 20 anos.
A Itália e a França são os países que apresentam maior força de partidos de extrema-direita, populistas ou nacionalistas. O Partido Popular Europeu e a Aliança Progressista de Socialistas e Democratas, pró-europeus de centro-direita e centro-esquerda, que ocupavam mais da metade das cadeiras do Parlamento, tiveram um retrocesso e não possuem mais a maioria absoluta.
De acordo com pesquisas de boca de urna, a liderança do grupo reivindicou a Presidência da Comissão Europeia para o cabeça de chapa Manfred Weber.