Economia - undefined·05 de fevereiro de 2018

RÁDIO: Sem reforma na Previdência, Saúde e Educação podem ficar comprometidas

<p>Na semana de anivers&aacute;rio da Previd&ecirc;ncia Social, Padilha afirmou que a reforma acaba com privil&eacute;gios existentes no sistema</p>

Por Agência do Rádio
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O governo federal alinha o discurso em defesa da reforma da Previdência, que deve ser votada neste mês de fevereiro. Aliados do presidente Michel Temer explicam que, sem novas regras para concessão de aposentadorias, o sistema pode falir e comprometer outras áreas importantes, como Saúde e Educação.

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Na semana de aniversário da Previdência Social, o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, comentou sobre o assunto e afirmou que a continuidade do pagamento das aposentadorias depende do fim dos privilégios.

“É muito importante nós tornarmos o nosso sistema previdenciário com sustentação. Que ele não vá amanhã deixar de pagar o valor das aposentadorias de vocês. É importante para o Brasil, nós fazermos uma reforma da Previdência que garanta o pagamento daqueles que já estão aposentados e dos que ainda vão aposentar-se. E isso, como esse modelo que nós temos, não acontecerá”.

Na mesma linha, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, lembrou da situação complicada da Previdência nos estados brasileiros. Segundo Meirelles, o governo vai trabalhar para esse problema não acontecer no sistema de aposentadorias nacional.

“A aposentadoria brasileira depende da saúde financeira da Previdência, que quebrou. Se o Brasil continuar como está, vamos chegar à situação de alguns estados como o Rio de Janeiro, que teve dificuldade de pagar aposentadorias. Situação igual a de alguns países do sul da Europa, que tiveram que cortar o valor da aposentadoria. Isso é um absurdo. No Brasil, nós vamos garantir o direito de que todos se aposentem.”

Segundo a Secretaria da Previdência do Ministério da Fazenda, o rombo no setor passou de R$ 268 bilhões em 2017. Ainda de acordo com o balanço, o déficit pode alcançar a marca de R$ 192,84 bilhões este ano.

Reportagem, Marquezan Araújo

#aposentadorias

 
 

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