Economia - undefined·28 de dezembro de 2017

RÁDIO: Número de aposentadorias e pensões de gaúchos quase dobrou desde 1992

<p><i style="text-align: justify;"><span style="font-family:&quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;&#10;color:#222222">Aumento de benef&iacute;cios previdenci&aacute;rios &eacute; motivo de aten&ccedil;&atilde;o para o setor previdenci&aacute;rio, diz especialista</span></i></p><p class="m-29425217582300973gmail-msonormal" style="text-align: justify; line-height: 150%; background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;"><span style="font-family:&quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;&#10;color:#222222"><o:p></o:p></span></p><p>&nbsp;</p>

Por Agência do Rádio
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Com mais de 2,6 milhões de benefícios previdenciários emitidos só em 2016, o Rio Grande do Sul é um dos estados com maior número de idosos que recebem aposentadorias ou pensões no Brasil. Os dados são do PNAD/IBGE.

Em 23 anos, a quantidade de benefícios previdenciários dos gaúchos subiu de 10,3% para 20,4%. Na visão do economista e professor da Universidade de Brasília (UnB) César Bergo, para essa taxa não crescer de forma desordenada e tornar o setor previdenciário insustentável no futuro, é necessário que sejam estabelecidos novos critérios para se aposentar.

“Essa questão da idade mínima é fundamental. É um marco na mudança da mentalidade previdenciária no país. Foram concedidas muitas benesses, pessoas que não contribuíram estão recebendo aposentadoria, e algumas até de maneira indevida. Então é importante que se faça uma regra bem clara e transparente.”

Um dos principais defensores da reforma da Previdência, o deputado Federal Darcísio Perondi (PMDB-RS), explica que, caso a matéria seja aprovada, sobrará mais dinheiro para os municípios investirem em melhorias para a população.

“Por exemplo, uma prefeitura que gasta 300 mil [reais] na folha por mês, ela vai poupar com essa reforma durante um ano, 300 mil. Mas por que é importante isso? Sobra mais recurso para fazer política pública para o cidadão. As classes empresariais estão ajudando na área da indústria, do comércio, da construção, de serviços.”

Por não conseguir votar a reforma da Previdência este ano, o governo Federal já trabalha com a possibilidade de a matéria ser posta em pauta em fevereiro de 2018. Até lá, a equipe do presidente Michel Temer deve trabalhar para conquistar apoio de partidos e parlamentares indecisos. Durante o recesso, o governo pretende apresentar uma nova redação da reforma, que altere a última proposta que trata dos regimes de Previdência dos servidores públicos.

Reportagem, Marquezan Araújo

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