Educação - undefined·12 de janeiro de 2018

RÁDIO: Aracaju começa 2018 com abertura de novas vagas para Educação Profissional Técnica

<p>Ao todo, s&atilde;o 240 oportunidades oferecidas para que quer se especializar nas &aacute;reas de Rede de Computadores e Servi&ccedil;o de Bar e Restaurante.</p>

Por Agência do Rádio
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O ano de 2018 será de oportunidades para os sergipanos que querem se capacitar profissionalmente. Em Aracaju, serão oferecidas novas vagas para cursos de Educação Profissional Técnica. Segundo a Secretaria de Educação do Estado de Sergipe, a oferta é para alunos que têm interesse em se especializar nas áreas de Rede de Computadores e Serviço de Bar e Restaurante. Ao todo, são 240 oportunidades, sendo 80 para cada um dos cursos.

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As aulas serão ministradas no Centro Estadual de Educação Profissional José Figueiredo Barreto, no período da noite. Os interessados devem fazer as inscrições até o dia 31 de janeiro, na Secretaria da instituição, que fica localizada na Rua Laranjeiras, 1919, de segunda à sexta-feira, das 8h às 21h.

Outra opção para os estudantes de Aracaju que querem se especializar, é o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai). O Sistema tem três unidades disponíveis na cidade.O estudante Sérgio Vinícius da Silva, de 21 anos, escolheu essa opção e faz o curso de eletrotécnica, pelo Senai-SE. Ele afirma decidiu pelo ensino profissional por acreditar que as chances de entrar no mercado de trabalho seriam maiores.

“Eu queria fazer curso técnico para entrar mais rápido no mercado de trabalho. É esse o meu pensamento, terminar meu curso técnico, arrumar um emprego e quando eu tiver uma estabilidade posteriormente, conseguir fazer nessa parte de eletrotécnica”.

Para o professor de eletroeletrônica do Senai-SE, Flávio Augusto Lima, fazer um curso profissionalizante não impede o aluno de, no futuro, fazer um curso superior. No entanto, ele reforça o pensamento do estudante Sérgio Vinícius e explica porque é mais indicado que se faça primeiro um curso técnico antes de entrar na faculdade.

“Porque hoje, o mercado de trabalho é dividido através de cada habilitação. Por exemplo, tem o engenheiro e o técnico. O engenheiro, para a empresa, eu preciso só de um. Mas eu preciso de vários técnicos para coordenar o pessoal de chão de fábrica. Então a possibilidade de ele arrumar um emprego após o curso, é muito maior do que o de uma pessoa que faz uma faculdade.”

De acordo com levantamento feito pela empresa multinacional de seleção e recrutamento ManpowerGroup, atualmente, 61% das empresas brasileiras querem contratar, mas têm dificuldades de encontrar pessoas capacitadas para trabalhar, principalmente que atuem em áreas de nível técnico.

Reportagem, Marquezan Araújo
 

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