Saúde - undefined·30 de janeiro de 2017

QUIXERAMOBIM (CE): Mais de mil casos confirmados de Chikungunya no ano passado

Por Agência do Rádio
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TEC./SONORA: Marli da Silva, 57 anos, recepcionista

“Eu comecei a sentir dores nas minhas articulações, os meus pés ficaram muito inchados, não conseguia andar, dores fortes na coluna. Eu fiquei de cama mesmo. As minhas mãos ficaram parecendo que eu estava perdendo o tato. E eu passei em torno de três, quatro meses sentindo aquelas crises mais fortes, as minhas articulações, os meus pés, fiquei sem andar, andei quase de muletas. Eu sempre falei, eu não desejo isso pra minha pior inimiga, eu tenho um vasto cuidado com a minha casa.”

TEC./SONORA: Antônio de Pádua, coordenador de endemias

“A maior dificuldade é em relação à cultura, porque as pessoas estão acumulando mais água em casa por conta da seca, e não armazenam de forma correta. Deixando reservatórios propícios para que o mosquito venha se proliferar. E nós estamos falando com nossos agentes, que eles estão aptos para entrar nas casas, dar toda uma educação, estar informando o dono da casa como ele deve fazer o manuseio dos seus reservatórios. E também, juntamente com a infraestrutura, estamos buscando parceria, para limpar os terrenos baldios ao redor das casas.”

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