Quando um adolescente completa 18 anos de idade e é morador de um abrigo, ele é desligado da instituição, passando a viver por conta própria. Geralmente esse jovem tem baixa qualificação profissional e baixa escolaridade, dificultando suas realizações futuras. Mais uma iniciativa começa a mudar esse cenário. Um casal do Rio de Janeiro está oferecendo a esses jovens uma oportunidade de capacitação em empreendedorismo. O projeto “Adotei adolescentes: talentos, empreendedorismo e inovação” oferece a muitos jovens a oportunidade de ajuda-los a conquistar uma vaga no disputado mercado de trabalho sem necessariamente depender de um emprego formal. De acordo com João Luiz Ponce Maia, criador e coordenador do projeto, que começou em 2016, o curso de capacitação é dividido em três fases: preparar, criar e crescer. O projeto Adotei adolescentes: talentos, empreendedorismo e inovação” foi um dos finalistas do Prêmio Innovare 2017. O Prêmio é realizado pelo Instituto Innovare, Ministério da Justiça, associações jurídicas e conta com o apoio do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Criado em 2004, ele tem como objetivo identificar as boas ideias encontradas e desenvolvidas no sistema de Justiça brasileiro e que possam ser aplicadas em outras localidades. Ações desenvolvidas por qualquer pessoa e que contribuam com a melhoria da educação, saúde, esporte e cultura ou outras áreas também podem concorrer. Todas as práticas inscritas desde a primeira edição do Prêmio estão disponíveis para pesquisa gratuita no site da instituição www.premioinnovare.com.br.
Com informações do CNJ, reportagem, Storni Jr