Educação - undefined·17 de junho de 2020

Projeto de Lei pretende garantir internet de graça a estudantes da rede pública durante aulas virtuais

Custo da operação seria descontado de um fundo com o qual as operadoras devem contribuir

Por Felipe Moura
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Com as aulas suspensas por conta da pandemia do novo coronavírus, a internet pode ser a solução para que crianças e adolescentes de todo o país continuam estudando durante o período de distanciamento social. No entanto, dados do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic) apontam que 11% das crianças de 9 a 17 anos não usam a internet. 

O percentual aumenta quando considerados os alunos das áreas rurais (25%), das regiões Norte e Nordeste (21%) e nas classes D e E (20%). Ao todo, 4,8 milhões de crianças não têm acesso à internet em casa. Para tentar minimizar o problema, o senador Dário Berger (MDB/SC) apresentou um projeto de lei para garantir que as empresas não cobrem o uso dos dados móveis quando os alunos da rede pública estiverem participando de aulas virtuais. 

O custo das operadoras seria descontado da contribuição que as empresas devem dar ao Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicação (Fust). 

SOBRE

Felipe Moura

Formado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.

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