Brasil - undefined·27 de maio de 2015

PRISÃO: Vereador que reclamou de salário é preso em operação contra fraudes

<p>O vereador Odilon Rocha de San&ccedil;&atilde;o, que&nbsp;<a href="http://g1.globo.com/pa/para/noticia/2015/05/mal-da-para-sobreviver-diz-vereador-de-parauapebas-sobre-seu-salario.html" target="_blank">criticou valor do sal&aacute;rio</a>&nbsp;do cargo no &uacute;ltimo dia 24 de abril, foi preso nesta ter&ccedil;a-feira, &nbsp;<a href="http://g1.globo.com/pa/para/noticia/2015/05/operacao-desmonta-esquema-de-fraudes-em-parauapebas-pa.html" target="_blank">durante uma opera&ccedil;&atilde;o</a>&nbsp;da Pol&iacute;cia Federal e do Minist&eacute;rio P&uacute;blico do Par&aacute;&nbsp;</p>

Por Agência do Rádio
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REPÓRTER: O vereador Odilon Rocha de Sanção, que criticou valor do salário do cargo no último dia 24 de abril, foi preso nesta terça-feira,  durante uma operação da Polícia Federal e do Ministério Público do Pará no município de Parauapebas, no sudeste do Pará. Além de Odilon, o vereador José Arenes  do PT e um comerciante do município foram presos. A Prefeitura de Parauapebas informou em nota que colabora com as investigações. Documentos foram apreendidos na prefeitura e mandados de busca e apreensão foram cumpridos no centro comercial da cidade durante a operação "Filiesteu", que combate um esquema de fraudes em processos licitatórios e superfaturamento de terrenos desapropriados pela prefeitura. De acordo com as investigações do Ministério Público, Odilon Rocha é acusado de envolvimento com fraudes em licitações no período em que exerceu o cargo de primeiro secretário da casa, entre os anos de 2013 e 2014. O objetivo das licitações era a compra de veículos e alimentos para a Câmara de Vereadores. Ainda segundo o Ministério Público, Odilon é suspeito de receber 50% dos valores superfaturados do empresário que vencia as licitações do período. O empresário foi preso acusado de emitir notas fiscais frias e superfaturadas. Pelos cálculos dos promotores de justiça, a fraude pode ultrapassar mais de um milhão de reais.
Com informações do MPPA, reportagem, Storni Jr. 
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