Brasil - undefined·28 de fevereiro de 2018

Prisão modelo no Rio Grande do Sul reduz reincidência

<p>A pr&aacute;tica venceu a categoria advocacia na 14&ordm; edi&ccedil;&atilde;o do Pr&ecirc;mio Innovare, que busca melhorar a Justi&ccedil;a brasileira.</p>

Por Agência do Rádio
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Autoridades gaúchas estão ajudando na reconciliação de presos e baixando no número de reincidência ao crime. Diversos órgãos do sistema prisional, em Porto Alegre, RS, ofertam serviços aos detentos que vão de trabalho a educação física. A prática venceu a categoria advocacia na 14º edição do Prêmio Innovare, que busca melhorar a Justiça brasileira. Segundo o CNJ, detentos da Penitenciária de Canoas I (Pecan 1) recebem suportes variados desde março de 2016. O presídio foi o primeiro a aplicar o modelo Responsabilidade Compartilhada. O Premio Innovare destaca duas práticas para a final de cada categoria — houve 710 inscrições nesta edição. O Complexo Prisional de Canoas, que abrigará 2.808 presos quando concluído, tem sido ocupado de modo gradual. Parte da estrutura, a Pecan 1 já abriga 393 vagas disponíveis. Nos primeiros 12 meses, a unidade promoveu 14.425 atendimentos técnicos — a maioria de serviço social (4.095), psicologia (3.118) e enfermagem (2.959) —, taxa superior às demais prisões locais.

 
Com informações do CNJ, reportagem, Storni Jr. 
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