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REPÓRTER: No Dia Mundial do Meio Ambiente, transcorrido nesta terça-feira,5, a presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, defendeu as ações que o CNJ vem realizando nos últimos anos com o objetivo de reduzir o uso de recursos naturais. Cármem Lúcia ressaltou, entre os exemplos citados, a redução do uso do papel e de materiais de difíceis reutilização e deu destaque para a redução do consumo de água.
SONORA : Ministra Cármem Lúcia.
" Nós tivemos redução, por exemplo, do consumo, desde de papel até materiais de difíceis reutilização ou que danificam o meio ambiente. Tivemos reduções significativas no uso da água para que a gente pudesse racionalizar este que é um produto talvez dos mais importantes para a humanidade e que em muitas partes do mundo já está a míngua".
REPÓRTER: A ministra Cármem Lúcia enfatizou que todos nós brasileiros estamos tentando acertar no sentindo de deixarmos para quem vem depois , um Brasil bem melhor.
SONORA : Ministra Cármem Lúcia.
" Estamos tentando acertar, todos nós brasileiros, no sentindo de contribuir pra quem vier depois tenha um Brasil muito melhor, especialmente nós que dispomos de condições tão boas, do ponto de vista ambiental, mas ainda com tanto sofrimento para o meio ambiente e para pessoas que não atingiram , ainda se quer, a devida sensibilidade quanto a este tema".
REPÓRTER: As normas editadas pelo CNJ desde 2007 orientaram a ação da força de trabalho do Poder Judiciário a economizar recursos materiais e naturais nos últimos meses. De acordo com os dados divulgados pela ministra, foram economizados 37% no consumo de papel, 17% no consumo de copos descartáveis e 18% no pagamento dos serviços de água e esgoto. .
Com informações do CNJ, reportagem, Storni Jr