TEC./SONORA: Larissa Altoé, superintendente de vigilância em Saúde.
“Nós fomos divulgando a questão de quem tem duas doses, quem tem só uma, o intervalo de 10 anos. A gente foi orientando por meio do rádio e da televisão e eles começaram a observar o próprio cartão. E isso viabilizou a questão de não precisar ir à unidade. Eles mesmos usarem o próprio critério de selecionar antes de ir pra essa fila. E utilizamos algumas atividades de sala de espera. E com os agentes comunitários também de abordagem na porta de entrada da sala de vacina para diluir esse pessoal, que as vezes estava não fila e não tinha necessidade da vacinação. Então, utilizamos algumas estratégias na tentativa para evitar essas filas desnecessárias.”
TEC./SONORA: Daniele Oliveira, atendente.
“Porque eu nem estava sabendo sobre isso não. Como eu fico no trabalho o dia todo, não ouço falar muito não. Agora que eu estou sabendo pretendo sim. Aí eu vou ao que eu conheço. Que não fica no meu bairro e vejo se dá para vacinar lá.”