Saúde - undefined·28 de dezembro de 2017

PORTO ALEGRE (RS): Município registra apenas dois casos de Dengue

<p><span style="text-align: justify; font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: Arial, sans-serif;">Caro comunicador, </span><span style="text-align: justify; font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: Arial, sans-serif;">Porto Alegre registrou apenas dois casos de Dengue, at&eacute; o in&iacute;cio de dezembro de 2017, e em nenhum dos casos a transmiss&atilde;o aconteceu dentro do munic&iacute;pio. Zika e Chikungunya n&atilde;o tiveram nenhuma ocorr&ecirc;ncia. Mesmo com a diminui&ccedil;&atilde;o, </span><span style="text-align: justify; background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: Arial, sans-serif;">as condi&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas da regi&atilde;o, colocam o munic&iacute;pio em alerta, segundo</span><span style="text-align: justify; font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: Arial, sans-serif;">o</span><span style="text-align: justify; background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: Arial, sans-serif;">diretor adjunto da Coordenadoria Geral de vigil&acirc;ncia em Sa&uacute;de de Porto Alegre, Jos&eacute; Carlos Sangiovanni. Para evitar que haja aumento nos focos do mosquito, &eacute; preciso conscientizar a popula&ccedil;&atilde;o sobre o importante papel que tem nessa luta. Contamos com a sua ajuda para que as informa&ccedil;&otilde;es cheguem a todos os moradores.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:&#10;justify;line-height:150%;tab-stops:144.0pt"><span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: Arial, sans-serif; background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;"><o:p></o:p></span></p><p>&nbsp;</p>

Por Agência do Rádio
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Apenas dois casos de Dengue foram registrados em Porto Alegre, até o início de dezembro de 2017. Além da baixa incidência da doença, em nenhum dos casos a transmissão aconteceu dentro do município. Já em 2016, durante o mesmo período, 53 casos foram importados de outras regiões e 301, número considerado recorde pela Secretaria Municipal de Saúde, foram contraídos na cidade. Zika e Chikungunya não tiveram nenhuma ocorrência. O diretor-adjunto da Coordenadoria Geral de Vigilância em Saúde de Porto Alegre, José Carlos Sangiovanni, ressalta que, apesar da diminuição de casos, as condições climáticas do Rio Grande do Sul e da capital Porto Alegre, colocam o município em alerta.

“Nós temos muitas vezes um inverno rigoroso, que ajuda muito a diminuir ou até zerar a população de insetos adultos, o que não aconteceu agora nesse ano de 2017. Então, nós temos toda uma preocupação pro cenário de 2018, que está extremamente ligado ao cenário epidemiológico do Brasil e do mundo. Nós não temos transmissão estabelecida de Dengue nem Zika nem Chikungunya. Nós temos, sazonalmente, a reintrodução do vírus, a cada verão, das pessoas que viajam para fora de Porto Alegre, para áreas endêmicas ou epidêmicas.”

Para reforçar o combate ao mosquito transmissor da Dengue, Zika e Chikungunya, o município investe na atuação da vigilância epidemiológica, por meio das visitas dos agentes, e na conscientização da população. Uma das ferramentas utilizadas para manter os moradores bem informados sobre o mosquito é o site Onde Está o Aedes (www.ondeestaoaedes.com.br). Atualizado semanalmente, o site traz todos os boletins epidemiológicos, mostra os lugares mais críticos na cidade e como evitar os criadouros, além dos sintomas de cada doença. A infectologista e consultora da Sociedade Brasileira de Infectologia, Melissa Falcão, explica como diferenciar os sintomas da Dengue, Zika e Chikungunya.

“A principal característica da Chikungunya é a dor articular intensa e incapacitante. Da Zika, a vermelhidão no corpo com coceira, uma coceira muito intensa. E, a Dengue, a prostração, o cansaço no corpo, uma dor no músculo de uma maneira mais generalizada.”

Fique atento. Ao sentir qualquer um dos sintomas das doenças, como febre, dor de cabeça, no corpo ou nas articulações, procure a Unidade Básica de Saúde mais próxima. E não se esqueça de fazer a sua parte. Evite deixar água parada em caixas d’água, pneus, calhas, garrafas e baldes. Lembre-se: um mosquito pode prejudicar uma vida. E o combate começa por você. Para mais informações sobre o assunto, acesse: saude.gov.br/combateaedes.

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