TEC./SONORA: Edmílson Medeiros, aposentado.
“As pessoas não entendem primeiramente. Elas acham que tu estás condenado à morte. Muitos não têm esse esclarecimento. Faz dois meses que estou fazendo tratamento e, olha, eu já sinto minha vida voltando ao normal.”
TEC/SONORA: Taimara Slongo, assessora técnica de Políticas Públicas de Cuidado em Saúde.
“Não querem que a vizinhança fique sabendo. Deus o livre que os familiares saibam. Às vezes chegam para consultar e dizem ‘se vocês precisarem entrar em contato comigo é só pelo celular. Não é para deixar recado para os familiares’. Isso porque eles têm aquilo de que a Tuberculose é algo horrível. Não é através dos talheres, não é através dos móveis. É importante eu fazer esse esclarecimento de como que é transmitido, que é por via aérea e que ele vai ter que trazer esse familiar para que ele também seja examinado.”