De acordo com o deputado Jerônimo Goergen, do PP do Rio Grande do Sul, que vai participar da audiência pública para discutir a proposta, a medida é essencial para tornar a relação entre empregados e empregadores mais próxima.
Para o deputado, atualmente, não há uma abertura para as negociações entre ambas as partes, o que, segundo ele, causa uma ‘inaceitável’ insegurança jurídica.
TEC./SONORA: Jerônimo Goergen, deputado (PP-RS)
“E acaba tendo, aí, praticamente um sistema bastante complexo que afasta o empregador de gerar mais empregos, porque o custo – tanto jurídico – quanto econômico é mais pesado”.
Na avaliação do presidente Emérito da Academia Nacional de Direito do Trabalho, Nelson Mannrich, a aprovação da reforma vai permitir que esses acordos fiquem mais claros.
TEC./SONORA: Nelson Mannrich – Presidente Emérito Da Academia Nacional De Direito Do Trabalho
“Nós estamos falando aqui de segurança jurídica. De criar o ambiente propício para negociação, apenas nesse sentido. O que deveríamos fazer seria deixar claro qual será o espaço reservado para a negociação coletiva e quais os pontos que não poderiam ser negociados, para evitar surpresas futuras.”
TEC./SONORA: Aldo Giulian, empresário
“Acho que vai ser bom. Acho que vai ser bom para todo mundo que emprega bastante. Vai ser bom porque eu prefiro sentar com o sindicato, fazer um acordo e fazer aquele acordo valer, do que sentar na frente de um juiz.”
Com a colaboração de Bruna Goularte, reportagem, Marquezan Araújo