Economia - undefined·22 de março de 2017

PORTO ALEGRE (RS): Audiência pública debate minirreforma das relações de trabalho na sexta (24); deputado gaúcho apoia medida

<p><span style="color: rgb(34, 34, 34); font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;">Se aprovada, os acordos coletivos firmados por empresas e sindicatos de empregados ter&atilde;o seu reconhecimento assegurado</span></p>

Por Agência do Rádio
Ouvir ·

Imagem não disponível

A imagem principal desta matéria não foi encontrada.

KIT DE REPUBLICAÇÃO
Ver kit completo
Nos siga noGoogle News
Seguir
Esta matéria é de livre reproduçãoVer licença
JORNAL DIGITAL PARA COMUNICADORES

O conteúdo que vai ao ar começa aqui.

Áudios, textos e roteiros produzidos todos os dias para rádios e mídias online regionais. Gratuito. Pronto para usar. Em todos os 27 estados. São 25 anos ao lado de quem comunica o Brasil.

De acordo com o deputado Jerônimo Goergen, do PP do Rio Grande do Sul, que vai participar da audiência pública para discutir a proposta, a medida é essencial para tornar a relação entre empregados e empregadores mais próxima.

Para o deputado, atualmente, não há uma abertura para as negociações entre ambas as partes, o que, segundo ele, causa uma ‘inaceitável’ insegurança jurídica.

TEC./SONORA: Jerônimo Goergen, deputado (PP-RS)
“E acaba tendo, aí, praticamente um sistema bastante complexo que afasta o empregador de gerar mais empregos, porque o custo – tanto jurídico – quanto econômico é mais pesado”.

Na avaliação do presidente Emérito da Academia Nacional de Direito do Trabalho, Nelson Mannrich, a aprovação da reforma vai permitir que esses acordos fiquem mais claros.

TEC./SONORA: Nelson Mannrich – Presidente Emérito Da Academia Nacional De Direito Do Trabalho
“Nós estamos falando aqui de segurança jurídica. De criar o ambiente propício para negociação, apenas nesse sentido. O que deveríamos fazer seria deixar claro qual será o espaço reservado para a negociação coletiva e quais os pontos que não poderiam ser negociados, para evitar surpresas futuras.”

TEC./SONORA: Aldo Giulian, empresário
“Acho que vai ser bom. Acho que vai ser bom para todo mundo que emprega bastante. Vai ser bom porque eu prefiro sentar com o sindicato, fazer um acordo e fazer aquele acordo valer, do que sentar na frente de um juiz.”

Com a colaboração de Bruna Goularte, reportagem, Marquezan Araújo

SOBRE

Agência do Rádio

Ver todas as matérias
t-page