TEC/SONORA: Carla Jarczewski, coordenadora do Programa Estadual de Combate à Tuberculose.
“Ele pode estar fazendo o TDO e daqui a pouco tem vergonha ou não se sente confortável para fazer uma pergunta. Então a gente instituiu essa visita social nesses primeiros 15 dias para reforçar essa questão do conhecimento, dos medicamentos, reforçar essa questão de continuar o tratamento até o final, além dos seis meses. Em função de que muitos deles acabam melhorando, ganhando peso, conseguem voltar as suas atividades normais do dia a dia e eles mesmos acabam se dando alta, achando que não precisam mais fazer o tratamento.”
TEC/SONORA: Cláudio Moraes, cabeleireiro.
“Febre, dor no corpo, tava magro. Aí me deram o diagnóstico de Tuberculose. Até me assustei, mas não dei bola. Aí nessa segunda vez eu vi que é necessário cumprir os seis meses, porque eu praticamente estava me vendo morto.”