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LOC.: Com a publicação da Portaria que trata das regras sobre a execução de emendas parlamentares, os municípios brasileiros devem se atentar às normas que tratam das indicações de onde e como esses recursos devem ser aplicados.
No caso, os gestores públicos municipais devem estar atentos às exigências que tratam da execução das emendas individuais, de bancada estadual e de comissão do Congresso Nacional. O intuito da medida é orientar as prefeituras a promoverem maior transparência e rastreabilidade no processo de aplicação desses recursos.
Diante disso, a Confederação Nacional de Municípios, a CNM, recomenda que prefeitos e parlamentares considerem as reais necessidades dos entes locais, a fim de que os recursos sejam aplicados de forma mais eficiente.
De acordo com a entidade, o texto disponibiliza direcionamentos para resolver impedimentos técnicos, seguindo dispositivos estabelecidos na Constituição Federal, na Lei de Diretrizes Orçamentárias e na Lei Orçamentária Anual.
Outra atenção exigida refere-se aos prazos. Além disso, os gestores devem observar as regras de indicação de beneficiários, bem como a resolução de impedimentos técnicos.
De acordo informações da Controladoria-Geral da União, emenda parlamentar é compreendida como um instrumento que o Congresso Nacional pode utilizar na fase de apreciação legislativa para influenciar o processo de elaboração do orçamento anual.
Por meio desses mecanismos, os parlamentares podem incluir, suprimir ou alterar determinados itens do projeto de lei orçamentária enviado pelo Poder Executivo.
Recentemente, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou a Lei Orçamentária Anual de 2026. O texto aprovado prevê mais de SESSENTA BILHÕES DE REIAS em emendas parlamentares.
Desse montante, cerca de TRINTA E SETE BILHÕES serão destinados a emendas impositivas, ou seja, de pagamento obrigatório.
Já as emendas individuais somam aproximadamente VINTE E SEIS BILHÕES DE REAIS, enquanto as emendas de bancada estadual, totalizam mais de ONZE BILHÕES. Já as emendas de comissão superam DOZE BILHÕES DE REAIS.
Reportagem, Marquezan Araújo