Política - undefined·23 de maio de 2017

POLÍTICA: PF prende ex-governadores de Brasília e assessor de Temer por suspeita de desvios em estádio da Copa

<p><em>De acordo com a PF, a reforma do est&aacute;dio pode ter sido superfaturada em cerca de R$ 900 milh&otilde;es de reais. A obra, que estava or&ccedil;ada em R$ 600 milh&otilde;es, custou mais de R$ 1,5 bilh&atilde;o aos cofres p&uacute;blicos.</em></p>

Por Agência do Rádio
Ouvir ·

Imagem não disponível

A imagem principal desta matéria não foi encontrada.

KIT DE REPUBLICAÇÃO
Ver kit completo
Nos siga noGoogle News
Seguir
Esta matéria é de livre reproduçãoVer licença
JORNAL DIGITAL PARA COMUNICADORES

O conteúdo que vai ao ar começa aqui.

Áudios, textos e roteiros produzidos todos os dias para rádios e mídias online regionais. Gratuito. Pronto para usar. Em todos os 27 estados. São 25 anos ao lado de quem comunica o Brasil.

LOC.: A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (23), a Operação Panatenaico. Os ex-governadores de Brasília, José Roberto Arruda, do PR, e Agnelo Queiroz, do PT, além do ex-vice-governador Tadeu Filippelli, do PMDB, que é assessor especial do presidente Michel Temer, foram presos logo no início da manhã.
A Operação da PF investiga, a partir da delação premiada da Andrade Gutierrez, um esquema de corrupção durante as obras do Estádio Nacional de Brasília, o Mané Garrincha, para a Copa do Mundo de 2014. De acordo com a PF, a reforma do estádio pode ter sido superfaturada em cerca de R$ 900 milhões de reais. Isso porque a obra, que estava orçada em R$ 600 milhões, custou mais de R$ 1,5 bilhão aos cofres públicos, o que fez com que o estádio fosse o mais caro da Copa.  
De acordo com a PF, cerca de 80 policiais federais participam da ação e cumprem 15 mandados de busca e apreensão, 10 mandados de prisão temporária, além de 3 conduções coercitivas. As medidas foram determinadas pela 10ª Vara da Justiça Federal no DF e todas as ações acontecem em Brasília e nos arredores.
Além dos políticos, a operação também teve como alvo agentes públicos, construtoras e operadores das propinas que atuaram na construção do Estádio. A Polícia Federal suspeita que os operadores atuassem como intermediários para que os agentes públicos simulassem etapas da licitação. Ao contrário dos outros estádios da Copa do Mundo, o Mané Garrincha não recebeu financiamento do BNDES, mas da Terracap, que é uma empresa do DF que não tinha este tipo de operação financeira prevista entre  suas atividades.
Reportagem, Bruna Goularte
SOBRE

Agência do Rádio

Ver todas as matérias
t-page