Economia - undefined·01 de dezembro de 2017

PIB volta a crescer em 2017, indica IBGE

<div align="center" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center; line-height: normal; background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;"><em><span style="font-size:12.0pt;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;Times New Roman&quot;;color:#222222;">Setores da Ind&uacute;stria e Servi&ccedil;os apresentaram aumento no desempenho e Agropecu&aacute;ria sofreu queda</span></em><i><span style="font-size:12.0pt;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;Times New Roman&quot;;color:#222222;"><br /></span></i></div><p>&nbsp;</p>

Por Agência do Rádio
Ouvir ·

Imagem não disponível

A imagem principal desta matéria não foi encontrada.

KIT DE REPUBLICAÇÃO
Ver kit completo
Nos siga noGoogle News
Seguir
Esta matéria é de livre reproduçãoVer licença
JORNAL DIGITAL PARA COMUNICADORES

O conteúdo que vai ao ar começa aqui.

Áudios, textos e roteiros produzidos todos os dias para rádios e mídias online regionais. Gratuito. Pronto para usar. Em todos os 27 estados. São 25 anos ao lado de quem comunica o Brasil.

O Produto Interno Bruto (PIB), soma de todas as riquezas produzidas no país, cresceu novamente em 2017. Segundo dados divulgados pelo IBGE nesta sexta-feira (1º), o PIB aumentou 0,1% no terceiro trimestre do ano, se comparado ao trimestre anterior. O desempenho é considerado estável pelo instituto. No acumulado do ano, o PIB subiu 0,6% quando comparado ao mesmo período de 2016.

Ao todo, o PIB gerou mais de R$ 1 trilhão de receitas no terceiro trimestre de 2017. As informações apontadas pelo IBGE mostram que o setor agropecuário apresentou uma queda de 3%. Em contrapartida, os segmentos de indústria e serviços tiveram alta de 0,8% e 0,6, respectivamente.

O economista do Conselho Regional de Economia, Newton Marques, afirma que o desempenho ainda é abaixo do necessário para uma total recuperação da economia, mas ressalta que o resultado demonstra uma boa perspectiva no cenário nacional.

“Todas as vezes que o crescimento é positivo, isso é sinal que pelo menos uma parte do desemprego diminui. Porque todas as vezes que o nível de atividade econômica aumenta, isso tende a reduzir o desemprego ou aumentar o índice de pessoas ocupadas.”

A avaliação do especialista reflete outro dado divulgado pelo IBGE na quinta (30). O nível de desemprego, segundo a Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílio, a PNAD, diminuiu 0,6 pontos percentuais no comparativo com o semestre anterior. Antes o índice estava em 12,8%, e agora registra 12,2%. De acordo com o levantamento, atualmente 12,7 milhões de pessoas estão desempregadas no Brasil.

MAIS: Brasil tem 12,7 milhões de pessoas desempregadas, aponta pesquisa

Reportagem, Raphael Costa
 

SOBRE

Agência do Rádio

Ver todas as matérias
t-page