TEC/SONORA: Ivone Venâncio, supervisora de Tuberculose do Piauí.
“É mais fácil o indivíduo relatar que tem AIDS do que dizer que tem tuberculose. Então isso termina atrapalhando a realidade da identificação e tratamento oportuno da doença, porque tem que ser notificada. É uma doença de notificação compulsória. O indivíduo ainda tem muito isso, o lado do estigma e do preconceito em relação à tuberculose. Isso é evidente.”
TEC/SONORA: Wislane Evangelista, estudante, 23 anos.
“Como eu convivo mais com minha mãe e meu filho, no primeiro momento ela ficou muito assustada. O pessoal do hospital conseguiu tranquilizá-la e ela me passou essa tranquilidade. Quando descobri que era tratável, que eu conseguiria viver normal, fiquei mais tranquila.”