Saúde - undefined·26 de março de 2017

PIAUÍ: Casos de Dengue e Zika diminuem no estado. Chikungunya ainda preocupa

Por Agência do Rádio
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TEC/SONORA: Inácio Pereira Lima, técnico de Vigilância em Saúde da Secretaria de Saúde.

“A situação epidemiológica do estado é a seguinte: Dengue, 286 casos. Em relação ao mesmo período de 2016, o estado já contabilizava 1.024 casos. Isso significa uma redução de 72%. Zika, apenas 8 casos em três municípios. O ano passado tinham 10. Redução de 20%. Chikungunya, o único que está o inverso. Houve um aumento, 61, contra 46 do ano de 2016. Equivale um aumento de 32,6%. Isso reflete ser um vírus novo, que entrou no estado, É esperado um aumento de casos. Mas os números, para as três doenças são considerados muito tímidos, o que nos dá um certo conforto e tranquilidade”.


TEC/SONORA: Irisnalda Menezes da Silva Costa, técnica em suporte de sistemas.


“Aí comecei a sentir um pouco febril, no outro dia que fui levantar, doeu minha perna. Depois muita febre e eu não imaginava que era Chikungunya porque eu nunca tive nem Dengue. Era dor na perna e na mão, somente uma mão. E isso demorou vários meses, aí eu comecei a fazer a fisioterapia”.

TEC/SONORA: Inácio Pereira Lima, técnico de Vigilância em Saúde.

“A Secretaria tem a preocupação de manter as regionais abastecidas com os insumos que são necessários para o combate ao mosquito, na fase de larva e na fase adulta. Já fizemos eventos de conscientização, de alerta para possível epidemia. Monitoramos o comportamento desses municípios. Existe um sistema online no qual recebemos diariamente a produção dos trabalhos. quantos imóveis foram visitados, se encontraram foco, se foi tratado”.

TEC/SONORA: Inácio Pereira Lima, técnico de Vigilância em Saúde.

“Constantemente, a gente recebe ligação da própria população avisando que tem caixa d'água destampada. A mídia ajuda, usa drone, encontra foco e a gente vai replicando para o município de origem da situação. A gente já sente um amadurecimento da população, um aumento da conscientização para o perigo. Esses números dão uma tranquilidade, mas não nos acomoda. Pelo contrário, estimula a gente trabalhar ainda mais para manter essa performance. E, se possível, até melhorar."

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