TEC./SONORA: Ricardo Barros, ministro da Saúde
“A previsão é de estabilidade em casos de Dengue, estabilidade em casos de Zika e aumento de casos de Chikungunya. Nós estamos fazendo todo o esforço para combater o mosquito e tratar de forma mais específica estes doentes. Então, acredito que este ano temos mais tecnologia para combater esta epidemia”.
TEC./SONORA: Kleber Luz, consultor do Ministério da Saúde
“Ela se caracteriza por uma febre alta, pode também ter manchas com coceira no corpo, os olhos podem ficar avermelhados, dor de cabeça, pode ter náuseas, vômito... mas o que marca a doença é a capacidade de comprometer as juntas. Então, as articulações, tanto da coluna, como punho, joelho, tornozelo podem ficar muito inflamados, com inchaços e uma dor incapacitante”.
TEC./SONORA: Coordenadora de Epidemiologia da Secretaria de Saúde, Elizabeth Wildberger
“São 54 militares que o Estado disponibilizou, que devem vir agora mensalmente, para ajudar neste combate.”
TEC./SONORA: Dayse Carvalho, coordenadora de Vigilância Sanitária de Petrópolis,
“No momento, a gente tem cinco bairros que a gente considera de alerta. São os bairros de Quissamã, Itaipava, Madame Machado e Posse. Outros bairros também tem o índice de infestação alto. Considerando bairros de infestação alto, Petrópolis tem treze, mas estes cinco são os que chamam mais atenção”.
TEC./SONORA: Paulo Mussel, líder dos agentes de combate ao mosquito,
“Não é só o agente chegar lá para fazer o trabalho. A gente precisa que a população se conscientize e que nos ajude nesta guerra.”