Saúde - undefined·31 de janeiro de 2017

PETROLINA (PE): Lixo exposto nas ruas favorece surto do mosquito da Chikungunya na cidade

Por Agência do Rádio
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TEC./SONORA: Marlene Leandro dos Santos Peixoto, secretária executiva de Vigilância em Saúde de Petrolina (PE)


“Na realidade dentro de casa é mais no interior e na periferia da cidade. (O morador) armazena em tonel, em caixas d'água, às vezes sem tampa, e também os terrenos baldios que o pessoal tem o costume aqui de jogar muito entulho, muito lixo nos terrenos baldios.”

TEC/SONORA: Marlene Leandro dos Santos Peixoto, secretaria executiva de vigilância em saúde de Petrolina (PE)

“O lixo é para ser jogado no lixo. A tampinha de garrafa que ele não jogue no meio ambiente, ele armazene no lixo. Os copinhos de iogurte, o copo descartável, ao invés dele jogar na rua, armazene no lixo. Se ele deixa de jogar o lixo no terreno baldio, ele está contribuindo com a saúde da população e dele própria.”

TEC./SONORA: José Cerbino, vice-diretor de Serviços Clínicos do Instituto Nacional de Infectologia da Fiocruz

“A maioria das pessoas mantém os sintomas por dez a 14 dias. São as formas que se resolvem durante a fase aguda. Alguns pacientes podem evoluir para as formas crônicas e aí essa dor pode se estender durante muitos meses. Existem pacientes com sintomas por até um ano após a infecção. Então, há o risco de desenvolver a forma crônica da doença e manter essa dor durante muito tempo”.

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