Política - undefined·22 de outubro de 2018

Pesquisas mostram que Bolsonaro segue na liderança da corrida presidencial

<p>Se as elei&ccedil;&otilde;es fossem hoje, 60% dos entrevistados votariam no candidato Jair Bolsonaro (PSL) e 40% iriam eleger o presidenci&aacute;vel Fernando Haddad (PT)</p>

Por Agência do Rádio
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De acordo com o levantamento feito pelo BTG Pactual/FSB, se as eleições fossem hoje, 60% dos entrevistados votariam no candidato Jair Bolsonaro (PSL) e 40% iriam eleger o presidenciável Fernando Haddad (PT). A pesquisa, divulgada nesta segunda-feira (22), foi feita neste final de semana, por telefone, com 2.000 eleitores nas 27 Unidades da Federação (UFs)

Já a nova pesquisa CNT/MDA, também divulgada nesta segunda-feira (22), aponta uma diferença menor entre os candidatos. Segundo o levantamento, 57% votariam em Bolsonaro e 43% em Haddad. O cálculo leva em consideração somente os votos válidos. Ou seja, exclui os entrevistados que disseram votar em branco, nulo ou os que se declararam indecisos.

Agora no que se refere a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre a campanha de Fernando Haddad: o TSE decidiu negar o direito de resposta do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) contra a propaganda eleitoral feita pela equipe de Haddad, que associa o adversário a uma onda de violência com motivações políticas pelo país.

“Uma onda de violência tomou conta do Brasil. Nos últimos dias, multiplicaram-se os ataques e até assassinatos motivados pelo ódio de alguns seguidores do candidato Jair Bolsonaro. Um deles matou com 12 facadas um pai de família, só porque ele afirmou que votava no PT. Diversas mulheres passaram a ser agredidas nas ruas do país. Foram mais de 50 atos de violência. Este é o Brasil de Bolsonaro. Se a violência já chegou neste nível, imagine se ele fosse presidente.”

Os advogados de Bolsonaro disseram que muitos dos casos ainda estão sendo investigados; o que significa que não é possível fazer uma ligação entre os atos de violência com os simpatizantes do candidato do PSL.

Reportagem, Cintia Moreira
 

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