O cirurgião plástico do Instituto de Apoio ao Queimado, de Fortaleza, Edmar Maciel, um dos médicos envolvidos na pesquisa sobre esse método, garante que o procedimento é mais eficaz do que outros utilizados fora do país.
TEC./SONORA: Edmar Maciel, médico cirurgião
“Nós fizemos um estudo comparando a pele da tilápia com a pele humana e também com a pele de outros animais que se usa lá fora, como a pele de porco e a pele de rã. Além de a pele da tilápia ter muito mais quantidade de colágeno tipo 1, que é uma proteína importantíssima na cicatrização, também tem uma boa umidade, se assemelhando em muito com a pele humana. Além de que, o risco de transmissão de doenças do animais aquáticos é muito menor do que dos animais terrestres.”
TEC./SONORA: Edmar Maciel, médico cirurgião
“A área queimada é lavada, a pele é colocada sobre a área queimada e depois são colocados gazes e atadura, para que essa pele fique bem aderida ao leito da ferida. Aí o paciente deve ficar com a área imobilizada, para que a pele possa ter essa função de aderir e bloquear a área queimada.”
Reportagem, Marquezan Araújo