Brasil - undefined·29 de novembro de 2016

PARAUAPEBAS: Vereador permanecerá afastado do cargo

<p>&Agrave; a&ccedil;&atilde;o penal, o MP juntou v&aacute;rias provas, incluindo v&iacute;deos em que Marid&eacute; aparece recebendo valores em um ve&iacute;culo no estacionamento da C&acirc;mara.&nbsp;</p>

Por Agência do Rádio
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REPÓRTER: Os desembargadores integrantes das Câmaras Criminais Reunidas do Tribunal de Justiça do Pará negaram, à unanimidade de votos, pedido feito pela defesa de Maridé Gomes da Silva, que requereu a revogação da decisão que o afastou da função de vereador de Parauapebas. A defesa alegou a inexistência de motivos para o afastamento da função. O habeas corpus foi relatado pelo desembargador Mairton Carneiro, que considerou ainda estarem presentes os motivos que ensejaram o afastamento do vereador, necessário para o resguardo da instrução criminal. O pedido de habeas corpus foi apreciado na sessão das Câmaras desta segunda-feira, 28. De acordo com o processo, o Ministério Público denunciou o vereador, além do empresário Hamilton Ribeiro e seu sobrinho, Pedro Ribeiro, por envolvimento em um esquema de corrupção, em que Maridé seria o responsável pela articulação na Casa Legislativa. Conforme o MP, o empresário pagava uma espécie de “mensalão” a alguns vereadores para beneficiar as suas empresas, além de outras por ele indicadas, em licitações firmadas com a Câmara Municipal de Parauapebas. À ação penal, o MP juntou várias provas, incluindo vídeos em que Maridé aparece recebendo valores em um veículo no estacionamento da Câmara. As prisões de Hamilton e Pedro, bem como as investigações sobre o suposto “mensalão”, decorreram da Operação Teia de Penélope, do Ministério Público.
Com informações da coordenadoria de imprensa do TJPA, reportagem, Storni Jr. 
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