Brasil - undefined·25 de janeiro de 2019

PARANÁ: Jovem formado pelo SENAI diz que sucesso profissional partiu do apoio da instituição

<p>&ldquo;A institui&ccedil;&atilde;o foi fundamental. Eles me deram total suporte t&eacute;cnico em quest&atilde;o de professores, equipamentos, etc&rdquo;, diz Gustavo Borges, de 20 anos.</p>

Por Agência do Rádio
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Muitas dessas oportunidades são oferecidas pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI). Só no Paraná, mais de 50 unidades estão espalhadas pelo estado. As atividades concentram a educação como um dos pilares para preparar melhor os jovens para o mercado de trabalho.

Gustavo Cavalcante Borges, de 20 anos, é um dos moradores do estado que fazem parte dessa relação. Em 2014, ele fez o curso de técnico em informática pelo SENAI e depois do preparo que teve, virou desenvolvedor de aplicativos mobile.

Atualmente, Gustavo é sócio-fundador da Yazo – empresa que potencializa a comunicação e o relacionamento entre pessoas com interesses em comum, através de aplicativos personalizados para eventos. Realizado, o jovem conta que o que construiu até aqui foi graças ao apoio que recebeu no SENAI.

“Foi fundamental, a instituição. Eles me deram total suporte técnico em questão de professores, equipamentos. Tinha computador em casa, mas tinha que dividir com meus irmãos. Então eu passava praticamente o dia inteiro lá no SENAI. A base de tudo que eu tenho hoje foi o SENAI.”

A gerente de Educação profissional da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP), Vanessa Frason, afirma que outro diferencial do SENAI aparece na hora de procurar um emprego.

De acordo com ela, as companhias costumam valorizar mais o currículo de quem passou pela preparação das instituições do Sistema S.

“A gente tem algumas pesquisas que mostram que os alunos egressos do SENAI conseguem se manter na indústria, eles têm inclusive um acréscimo de salário em torno de 17%. Em alguns casos, esses alunos conseguem ter um salário até acima daqueles que têm formação de graduação, porque eles estão mais focados para a área técnica, por saber fazer. Então está bem dentro da indústria.”

Em dezembro do ano passado, o atual governo sinalizou a intenção de reduzir o envio de recursos financeiros que chegam ao Sistema S. Como o SENAI faz parte desse pacote, membros da instituição destacam que há um risco de as atividades do grupo reduzirem na mesma proporção.

De acordo com o diretor-geral do SENAI e integrante do Conselho Nacional de Educação (CNE), Rafael Lucchesi, “além de promover um desenvolvimento industrial importante, a instituição tem também assegurado um enorme canal de inclusão social, permitindo que pessoas de baixa renda tivessem um canal de cidadania propiciado pelo SENAI.

Reportagem, Marquezan Araújo
 

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